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O que é a Importação própria?

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Neste tipo de modalidade, o importador é consumidor final antes de transformar ou revender o produto importado. A empresa importa fazendo uso de seus próprios recursos para a nacionalização de bens. Também é responsável pela negociação junto a origem, pela documentação, conferência e desembaraço aduaneiro.

Quando é melhor fazer uma importação própria?

Para operar nessa modalidade, é importante ter sua própria rede de contatos com fornecedores, dependendo do Incoterm escolhido, ter também contato com alguns prestadores de serviços.

Então para se obter maior flexibilidade e controle das operações comprando diretamente, sem utilizar intermediários, você precisa importar de forma direta. Desse modo, o melhor momento para a modalidade será quando você tiver sua rede de contatos nos países de origem.

Quais os impostos cobrados na importação própria?

Impostos nacionais:

Certos impostos como o Imposto de Importação, o Imposto sobre Produto Industrializado, o PIS e COFINS são impostos nacionais. Cada um deles possuem sua própria base de cálculo.

Imposto estadual:

Na importação própria há o ICMS como imposto estadual. Os impostos nacionais entrem em sua base de cálculo.

Lembrando que o valor do ICMS de cada um dos 26 estados brasileiros possui seu próprio regulamento do ICMS. Assim, enquanto alguns estados possuem uma alíquota de 18%, em outros pode ser 17%. Em alguns estados, dependendo do produto, a incidência pode ser alta, chegando a 25%.  Alguns regimes especiais podem reduzir ou até mesmo conceder a isenção do ICMS.

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