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Humanidades e Liderança

Buddy Guy ao vivo, o guitarrista que transformou a catástrofe em blues.

Buddy Guy e o blues: a catástrofe que se canta com graça

Buddy Guy nasceu em 1936 em Lettsworth, Louisiana, filho de meeiros, e se tornou um dos maiores expoentes vivos do blues elétrico. Para Juvenil Alves, o blues é a sonoridade da catástrofe humana suportada com graça — uma música que harmoniza alegria e tristeza ao mesmo tempo e que, dedilhada ou ouvida, expressa o que o coração tem mais sofrido na busca do eterno.

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Retrato de Michel de Montaigne, autor francês dos Ensaios e da divisa Que sais-je.

Michel de Montaigne: a dúvida, os Ensaios e a coragem de não saber

Michel de Montaigne (1533–1592) foi magistrado, prefeito de Bordeaux e escritor. Nos Ensaios, deu forma decisiva a um gênero baseado na tentativa e no exame de si. Para Juvenil Alves, seu legado mais atual está na disciplina de distinguir convicção de conhecimento antes que a certeza se converta em violência.

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Roda dos algarismos do número cíclico 142857, ilustrando suas permutações ao ser multiplicado.

142857: o número que gira — e sempre volta a si mesmo

Seis algarismos que, multiplicados por 2, 3, 4, 5 ou 6, giram sobre si mesmos sem perder nenhum dígito. Multiplicados por 7, somem em noves. Juvenil Alves percorre as propriedades do número cíclico mais famoso da matemática — e a pergunta filosófica que ele deixa em aberto.

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Santo Agostinho, Doutor da Igreja, retratado em manuscrito medieval — ensaio filosófico de Juvenil Alves.

Santo Agostinho: o homem que se tornou uma pergunta

Aurelius Augustinus — nascido em 354 na África romana, morto em 430 enquanto os vândalos cercavam Hipona — foi um dos pensadores que mais decisivamente fizeram da interioridade um lugar filosófico central no Ocidente. Juvenil Alves percorre mal, tempo, amor e política sempre enraizados na vida da qual foram arrancados.

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Henri de Lubac, teólogo jesuíta e cardeal, um dos arquitetos intelectuais do Concílio Vaticano II — ensaio de Juvenil Alves.

Henri de Lubac: o teólogo que renovou a Igreja voltando às fontes

Natureza, graça, Escritura e comunhão na obra de um dos arquitetos intelectuais do Concílio Vaticano II por Juvenil Alves Ferreira Filho — Jurista · Teólogo · Filósofo · Psicanalista · Escritor Humanidades · Agosto de 2026 Ouça este ensaio em áudio: ▶ Ouvir o episódio no player externo. A voz do

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Quem escreve

Juvenil Alves - jurista, teólogo, filósofo, psicanalista e escritor.

Nasceu em Abaeté, no interior de Minas Gerais. É filho de Juvenil Alves, alfaiate, e de Isabel Amélia, servente escolar. Foi nesse ambiente simples que aprendeu, desde cedo, o valor do trabalho, da disciplina, da educação e da responsabilidade.

Sua formação intelectual começou pela Filosofia  e pela Teologia e, mais tarde, encontrou no Direito o espaço emq ue essas reflexões passaram a dialogar diariamente com a vida concreta das pessoas, das empresas e das instituições. Desde então, nunca deixou de percorrer esse cruzamento.

Ao longo de mais de quatro décadas de atuação profissional, construiu uma carreira dedicada ao Direito Tributário e Empresarial, assessorando empresas, famílias e organizações em questões de alta complexidade. Paralelamente, manteve um estudo permanente das Humanidades, formando uma biblioteca construída ao longo de quase cinquenta anos de leituras, pesquisas e anotações.

Neste blog, reúne essas duas experiências. Escreve sobre Direito Tributário, Direito Empresarial, Reforma  Tributária, Filosofia do Direito, Filosofia, Teologia, Psicanálise, Liderança, Ética, Humanidades e Neurodiversidade. Não para oferecer respostas prontas, mas para investigar as ideias, os príncipios e os fundamentos que orientam as decisões humanas.

Os ensaios publicados aqui dialogam com autores clássicos e contemporâneos e procuram aproximar o pensamento filosófico da realidade jurídica, empresarial e social. Muitos deles integram projetos editoriais em desenvolvimento e servirão de base para futuras obras.

Este espaço nasceu da convicção de que a técnica, quando separada das Humanidades, empobrece o pensamento; e de que a Filosofia, a Teologia, a Psicanálise e o Direito continuam oferecendo instrumentos indispensáveis para compreender o ser humano, as instiuições e os desafios do nosso tempo.

Sem fórmulas. Sem juridiquês.

O conteúdo chega em dois formatos: leia quando quiser no blog ou ouça quando puder no podcast, disponível no Spotify.

Bem-vindo ao Assunto Tributário e Muito +

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